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sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

Aquecimento global... em Marte!

Marte também sofre os efeitos das mudanças climáticas
As misteriosas dunas de areia em torno da calota polar ártica marciana estão mudando com o passar das estações, à medida que o dióxido de carbono se transforma, desencadeando avalanches que alteram a paisagem, revelou um estudo publicado esta quinta-feira (3).
Estas mudanças inesperadas ficaram em evidência graças a imagens capturadas pela sonda MRO (Mars Reconnaissance Orbiter) da Nasa, que orbita o planeta vermelho e que está coletando dados há cinco anos, segundo o trabalho publicado na revista científica americana Science.
No transcurso de um ano marciano, que com seus 680 dias quase dobra o ano terrestre, podem ocorrer mudanças notórias, afirmam os pesquisadores.


http://noticias.uol.com.br/ultnot/cienciaesaude/ultimas-noticias/afp/2011/02/03/marte-tambem-sofre-os-efeitos-das-mudancas-climaticas.jhtm

Comentário:
Onde estão as indústrias poluidoras de Marte que estão destruindo aquele planeta também?

sábado, 15 de janeiro de 2011

New Age em favor da dengue

2011 começa com mais uma etapa da história infame do pseudo-ecologismo (fonte: Jorge Alcalde, da revista Quo).

No final do ano passado, as autoridades da Malásia anunciaram a suspensão de um programa de controle da epidemia da dengue (doença que afeta de 50 a 100 milhões de pessoas em todo o mundo) que utilizava como arma a liberação na natureza de exemplares machos do Aedes Aegypti geneticamente modificados, altamente atrativos para as fêmeas, mas cujos descendentes são incapazes de se reproduzir.

A utilização dessa técnica não é nova, e já foi utilizada com sucesso para reduzir drasticamente a população de pragas nocivas à agricultura nos Estados Unidos e no México. Porém, quando se tentou usar a mesma modificação para se frear o avanço da dengue na Malásia, grupos internacionais de ecologistas e consumidores alegaram a possibilidade de meios “mais holísticos” para se controlar a epidemia. 
A mesma pressão deve acontecer diante de outras nações que também pesquisam armas genéticas contra a dengue.

Estes grupos (muito distantes da realidade do sudeste da Ásia, e virtualmente a salvo de qualquer contato com a dengue) asseguram que outros meios, mais lentos e mais caros (como a interminável fiscalização das águas paradas), trazem resultados mais seguros, apesar de nada disso ter impedido o alastramento da doença por todo o mundo.

Enquanto isso, o sofrimento e as mortes provocadas pela dengue não se mostram suficientemente “holísticos” para sensibilizar os salvadores do planeta.